Vale ressaltar que eu sempre achei que o mundo me queria só, livre, errante, mas totalmente verdadeira...
Há quase um ano atrás começou uma cena da minha Peça Teatral. Esta que eu adoraria ter final feliz... Mais não passou de um romance “trágico”. Vivi os melhores papos, as melhores palavras, os maiores carinhos... Pensei: - É a pessoa certa!!!
Errei, mergulhei no lance de cabeça. Aliás não, acertei , era a pessoa certa, mas não o momento certo! Adiantei, pulei etapas, agi ligeiramente. Fui totalmente coração... Esqueci que existia a FDP’’ da razão, o tão rigoroso e democrático tempo e o pior de todos os fatores A DISTÂNCIA!!
Jurava que seria fácil, mas... Não vi esforços por mim, fiz muito esforço, queria ter cansado da busca pela sua presença na cena, mas sem ele não haveria encenação, queria ter enganado a minha platéia e fingir que não passava daquele momento. Mas não consegui simplesmente olhar pra trás e desfazer de tudo aquilo tão bem encenado, tão bem colocado em palco!!
...
Ele abandonou a cena na melhor parte, de forma brusca, e toda a platéia percebeu... E junto foi-se A ESPERANÇA daquele AMOR, toda a cumplicidade, o respeito e só me restaram lembranças!! Comecei meu monólogo!
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Ele ressurge, e entra em cena da pior forma possível... Eu já estava bem sozinha, meu monólogo estava quase pronto, quase perfeito... Já era outra cena, e ele não percebeu e os holofotes de acenderam sobre sua cabeça.
Hoje tudo volta à mente como uma peça teatral ‘’perfeita “... Os melhores protagonistas, os melhores coadjuvantes, a melhor história de amor!
Repenso, reflito e afirmo: NADA é perfeito... Porém essa cena me deixou muito mais madura e superior e com a certeza... NADA FOI EM VÃO!
Tudo passa...
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